O Movimento Emaús da Diocese de Osório inicia o ano de 2026 com nova presidência no Pré-Secretariado Diocesano, marcando um novo ciclo na caminhada de evangelização de jovens. Felipe Antonio da Rosa de Lima Bittencourt e Grasiela Fátima Subtil de Lima Bittencourt encerram seu serviço de coordenação à frente do movimento, expressando gratidão pela oportunidade de servir a Deus por meio do carisma de Emaús.
Assumem a presidência em 2026 os jovens Afonso da Rocha Padilha e Daiana Evaldt da Rosa, que destacam o compromisso de dar continuidade à missão evangelizadora do Emaús na Diocese. Afonso ressalta que sua trajetória no movimento é fruto de amadurecimento na fé cristã e da experiência adquirida durante os anos como vice-presidente.
O EMAÚS
De abrangência nacional, o Movimento Emaús surgiu no final da década de 1960, em São Paulo, fundado por monsenhor Benedito Mário Calazans. Voltado à evangelização e formação de jovens, tem como objetivo proporcionar cursos que favorecem uma reflexão profunda sobre a vida, a Igreja e a vivência comunitária à luz da Palavra de Deus.
Os cursos do Emaús são estruturados a partir do primeiro anúncio, o Kerigma, seguidos por catequese fundamentada na doutrina da Igreja e na Teologia dos Sacramentos. Destinam-se a jovens solteiros, entre 18 e 29 anos, com a finalidade de formar lideranças comunitárias que retornam às suas paróquias de origem para fortalecer a ação pastoral. Além dos cursos, o movimento mantém a Escola Missionária, voltada à formação continuada de lideranças jovens.
Na Diocese de Osório, a história do Emaús remonta aos anos 1990, com a participação de jovens da Paróquia São José Operário da Vila São João, em Torres, e jovens da Paróquia São José de Três Cachoeiras, que à época integrava a Diocese de Caxias do Sul. Nos anos 2000, jovens da Paróquia São Domingos de Torres passaram a participar dos cursos em Porto Alegre. Em 2023, o retorno dos cursos à Diocese reuniu jovens das paróquias São Domingos e São José Operário (Torres), Nossa Senhora do Amparo (Dom Pedro de Alcântara), São José (Três Cachoeiras) e São Pedro (Xangri-Lá), com amplo apoio do bispo, do clero e das comunidades paroquiais.
FOTO: ARQUIVO EMAÚS